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Hoje, a Campanha Novembro Azul é o maior momento em prol da saúde do homem no Brasil.
Este ano, a Campanha Novembro Azul alcança sua 13ª edição, abrangendo todo o País com grande adesão e engajamento de diversos públicos. Esse sucesso é resultado de anos de trabalho contínuo, marcado por pesquisas sobre a saúde masculina e por ações em eventos e nas ruas, que revelam as dificuldades enfrentadas pelos homens em cuidar de sua saúde. A campanha também inclui escuta e orientação para os pacientes com câncer de próstata, informações sobre a doença, tratamento e reabilitação, visando esclarecer dúvidas e auxiliar na superação dos desafios enfrentados por esses homens.
O câncer de próstata é o tipo de câncer mais frequente entre homens no Brasil e a segunda maior causa de morte por câncer nessa população. A prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno permanecem como desafios significativos para o sistema público de saúde. Ao longo de seus 13 anos, o Novembro Azul tem promovido a conscientização sobre esses temas, ampliando o debate para outras questões de saúde masculina e incentivando o autocuidado e o acompanhamento médico regular.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), por ano, ocorrem cerca de 72 mil novos casos de câncer de próstata, com aproximadamente 16 mil mortes pela doença. O câncer de próstata quando diagnosticado precocemente, tem 90% de chances de cura. Outro dado importante é que os homens vivem cerca de 7 anos a menos do que as mulheres, sendo que, não só por desenvolver câncer, mas por outras doenças que impactam a saúde do homem, incluindo aspectos comportamentais.
Para a campanha de 2024, o mote “Saúde do Homem, Cada Passo Conta” foi criado para lembrar que a jornada pela saúde é um caminho que exige passos de coragem e compromisso ao longo da vida. Na identidade visual, o labirinto é o símbolo central, sendo um caminho que muitos não enxergam a saída – enfrentando as dúvidas, os desafios e, muitas vezes, o pesado estigma que impede vários homens de buscar ajuda médica ou cuidar da própria saúde.
A ideia de que “cada passo conta” se relaciona com a travessia desse labirinto: assim como em um labirinto, a jornada pela saúde exige decisões constantes. Pequenas escolhas, como marcar consultas preventivas, adotar hábitos saudáveis, fazer exames e buscar informações, são passos que podem fazer toda a diferença para uma vida mais longa e com qualidade. A imagem do labirinto reforça essa noção de que o caminho pode ser complexo, mas cada avanço em direção ao cuidado e à saúde é fundamental e transformador. O mesmo vale para os passos e respostas que o sistema de saúde precisa dar para a inclusão e acesso do homem a uma jornada integral no enfrentamento do câncer de próstata.
Agosto é o mês de conscientização sobre câncer de pulmão. Por isso, a campanha Respire Agosto foi criada pelo Instituto Lado
a Lado pela Vida para chamar a atenção para a doença – uma das principais causas de morte evitável em todo o mundo, já que 85% dos casos estão associados ao tabagismo. A incidência global chegou a 2,2 milhões de novos casos e 1,8 milhão de mortes por ano.
A estimativa no Brasil para novos casos de câncer de pulmão para o triênio 2023-2025 é de 18.020 em homens e 14.540 em mulheres. Estes números são assustadoramente altos para um tumor que pode ser prevenido.
A campanha Respire Agosto tem o intuito de divulgar formas de prevenção e de como ficar atento aos sinais do pulmão para chegar ao diagnóstico precoce, assim como fornecer informações sobre tratamento. Além disso, conscientizamos sobre o câncer de pulmão para além do tabaco, levando em consideração a poluição ambiental, gás radônio e fatores genéticos.
Fonte: Estimativa INCA 2023-2025
Compromisso do Instituto Lado a Lado pela Vida com a Saúde do Homem
Lançamento da campanha Um Toque, Um Drible
Lançamento da campanha Novembro Azul
Criação do Fórum Ser Homem
Lançamento da campanha Lave o Dito Cujo
10 anos de Novembro Azul
Campanha Novembro Azul apresenta: #Azultitude
Weliton Prado se torna embaixador do Novembro Azul
Campanha Novembro Azul apresenta: Por Trás do Bigode
Circuito da Saúde Novembro Azul
Exposição Intestinão
Campanha Novembro Azul apresenta: Saúde do Homem, Cada Passo Conta
Fórum de Políticas Públicas Saúde do Homem na Alesp
Título a respeito da campanha Novembro Azul
74.6%
em um ano
Título a respeito da campanha Novembro Azul
50%
no mês de campanha 1
Título a respeito da campanha Novembro Azul
50%
no mês de campanha 2
Título a respeito da campanha Novembro Azul
50%
no mês de campanha 3
Título a respeito da campanha Novembro Azul
50%
no mês de campanha 4
Título a respeito da campanha Novembro Azul
50%
no mês de campanha 5
O câncer de próstata é um tumor que se desenvolve na próstata, uma glândula presente apenas nos homens, localizada abaixo da bexiga e que ajuda a produzir o sêmen. É um dos tipos de câncer mais comuns entre os homens, principalmente após os 50 anos.
Alguns fatores aumentam as chances de desenvolver a doença:
Na fase inicial, o câncer de próstata geralmente não apresenta sintomas. Quando aparecem, podem incluir:
Embora não exista uma forma 100% eficaz de evitar o câncer de próstata, algumas atitudes ajudam a reduzir o risco e a manter
a saúde:
O diagnóstico pode ser feito por meio de exames:
A recomendação sobre a idade e a frequência para realizar os exames deve ser discutida com um médico, considerando fatores de risco individuais.
O tratamento depende do estágio da doença e das condições de saúde do paciente. Pode incluir:
Com diagnóstico precoce, as chances de sucesso do tratamento são muito maiores.
Fontes:
INCA
Ministério da Saúde
O Novembro Azul foi criado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida em 2011 e é hoje o maior movimento em prol da saúde masculina no Brasil.
Uma campanha 100% nacional e de domínio público, com essa visibilidade e magnitude, não poderia ficar sem embaixadores oficiais que defendam e promovam essa causa.
Deputado Federal
Professor, Jornalista e Psicanalista.
Ex-paciente oncológico.
Cuidar da saúde vai muito além de procurar ajuda quando algo não vai bem. A saúde integral do homem envolve olhar para o corpo e a mente de forma completa, prevenindo doenças, adotando hábitos saudáveis e buscando acompanhamento médico regular. Esse cuidado é fundamental para viver mais e melhor.
As doenças cardiovasculares, como infarto e pressão alta, são as principais causas de morte entre os homens no Brasil. O risco aumenta com fatores como sedentarismo, obesidade, tabagismo, estresse e má alimentação. Manter uma rotina de exercícios, ter uma alimentação equilibrada, controlar o peso e medir a pressão regularmente são atitudes simples que fazem grande diferença na saúde do coração.
Entre os tipos de câncer mais comuns nos homens estão o câncer de próstata, o de pulmão e o de intestino. A detecção precoce aumenta muito as chances de tratamento eficaz. Por isso, é importante manter exames em dia e conversar com o médico sobre fatores de risco individuais. Além disso, a imunização também é uma forma de prevenção: vacinas como a contra o HPV e a hepatite B ajudam a proteger contra doenças que podem evoluir para câncer.
A saúde mental ainda é um grande desafio para os homens, que muitas vezes evitam falar sobre sentimentos ou pedir ajuda. Estresse, ansiedade e depressão podem afetar diretamente a qualidade de vida e até aumentar o risco de doenças físicas. Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo: buscar apoio psicológico, conversar com amigos e familiares, ter momentos de lazer e cuidar do sono são práticas que fortalecem a saúde emocional.
A saúde sexual também é parte fundamental do bem-estar masculino. Problemas como disfunção erétil e baixa testosterona podem estar ligados a doenças como diabetes, hipertensão e obesidade, além de impactarem a autoestima e os relacionamentos. Consultas regulares com o urologista, hábitos de vida saudáveis e a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) fazem parte desse cuidado.
Os homens vivem, em média, menos que as mulheres e têm maior risco de morrer antes dos 70 anos. Muitas vezes, eles só procuram atendimento quando já estão muito doentes, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento. Fatores como a ideia de “invulnerabilidade” e tabus relacionados à masculinidade ainda afastam muitos homens do cuidado preventivo.
Segundo o Ministério da Saúde, 56% das mortes por doenças crônicas no Brasil acontecem entre os homens. Além disso, eles morrem mais por causas externas, como acidentes e violência, e apresentam taxas muito altas de doenças do coração e câncer. A boa notícia é que grande parte dessas mortes poderia ser evitada com prevenção e acompanhamento médico.
Em resumo: cuidar da saúde integralmente (corpo e mente) pode evitar grande parte dos problemas que mais atingem os homens. Prevenção, exames de rotina, alimentação equilibrada, atividade física e menos tabus em relação ao autocuidado são passos essenciais para viver mais e melhor.
Muitas vezes, o paciente com câncer de próstata passa para um processo de adaptação à nova rotina e isso também inclui a vida sexual.
Em alguns casos, a medicação usada para tratar a doença tem como efeito colateral inibir a libido sexual. Em outras situações,
o paciente pode ficar desmotivado ou deprimido, e isso também afeta a relação do casal.
Mas é preciso destacar que é possível manter uma vida sexual ativa durante o tratamento. O momento vivido também oferece
ao paciente uma oportunidade para se redescobrir, conquistar novos comandos e sensibilidades do próprio corpo.
É natural que o paciente oncológico passe por algumas situações de instabilidade com a autoestima, mas é neste momento
que entra em cena o amor, companheirismo e criatividade em busca de alternativas para manter a vida sexual ativa.
O risco de disfunção erétil durante o tratamento também existe, mas tende a ser menor quando a doença é detectada precocemente ou em etapas iniciais. Ela pode ser temporária, e, ainda que seja permanente, há medicamentos, próteses e implantes que funcionam bem para mitigar essa condição.
Para evitar a ansiedade, é fundamental ter uma conversa franca com o médico, para que ele seja capaz de identificar o que está afetando o desejo sexual e oferecer soluções. Profissionais da sexologia também podem auxiliar nesta etapa, por meio de orientações e indicando novas opções para o casal manter a vida sexual ativa.
Veja o que pode ser afetado na vida sexual do paciente com câncer de próstata:
Ao notar alguns desses sinais, não hesite: questione seu médico e, durante essa consulta, é indispensável que o(a) parceiro(a) esteja presente também para sanar suas dúvidas e propor soluções em conjunto.
Outra preocupação que pode acometer pacientes do câncer de próstata é se a fertilidade será mantida. Esse é um assunto que deve ser discutido com seu médico, pois existem formas alternativas de preservar a fertilidade. Em alguns casos, o paciente, mesmo com filhos, não quer perder a fertilidade e por isso é necessário avisar precocemente seu médico, antes do início do tratamento.
Durante o tratamento quimioterápico, o paciente pode desenvolver a azoospermia, que se caracteriza pela falta de espermatozoides.
E para resolver essa questão, há duas possibilidades:
Antes do tratamento do câncer de próstata, seja ele via cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, o paciente pode optar por congelar seu sêmen. Essa medida, também conhecida como vitrificação, é a maneira mais eficaz de preservar os espermatozoides para uso posterior, seja na fertilização in vitro ou na inseminação artificial.
As amostras de sêmen podem ser congeladas por tempo indefinido e descongeladas quando necessário. A técnica mais comum para vitrificação é a criopreservação no vapor de nitrogênio líquido, que utiliza temperaturas muito baixas.
Recomenda-se congelar pelo menos três amostras de esperma, com intervalos determinados pelo médico, para aumentar as chances de fertilização no futuro. E as taxas de gravidez com o uso do sêmen congelado variam de acordo com a técnica de reprodução assistida e a qualidade da amostra após o descongelamento.
Se o paciente não fez o congelamento do esperma, pode-se optar pela cirurgia para coleta do sêmen diretamente dos testículos. Esse procedimento é realizado em homens que desenvolveram azoospermia e que não apresentam espermatozoides no líquido ejaculado.
A retirada pode ser feita por meio de biópsia de testículo ou punção de testículo e epidídimo, e os espermatozoides viáveis obtidos são destinados para a fertilização in vitro.
Em todo caso, todo o diagnóstico depende de uma série de situações, como estágio do câncer, idade do paciente, tratamento pelo qual será submetido, entre outras coisas.
Ao receber o diagnóstico de câncer, se a fertilidade for uma questão importante, o paciente precisa abordar esse assunto com o médico que acompanha o caso, para que juntos cheguem a um consenso viável e adequado.
Fontes:
SBU
É hora de superar os tabus e preconceitos que cercam a saúde mental masculina. A frase “homem não chora” reflete a ideia equivocada de que os homens não devem mostrar fragilidades ou expressar emoções. Infelizmente, isso leva muitos homens a reprimir seus sentimentos, prejudicando a si mesmos e às pessoas ao seu redor.
Um levantamento divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no ano de 2022 indicou que globalmente, as mulheres possuem mais probabilidade de tentar o suicídio do que os homens. No entanto, o número de mortes é duas vezes maior entre homens do que mulheres. E nos países de alta renda, essa proporção é ainda mais alta, com as mortes por suicídio ocorrendo a três homens para cada mulher.
Diversos fatores podem desencadear desequilíbrios emocionais nos homens, como responsabilidades familiares, frustrações financeiras e problemas no trabalho. Dependendo da fase de vida e das demandas enfrentadas, esses desequilíbrios podem se manifestar de diferentes formas, variando de quadros de ansiedade e pânico até depressão. É fundamental compreender que a saúde mental é tão importante quanto a física e que buscar tratamento é essencial.
O corpo geralmente emite sinais de que a saúde mental não está bem. Falta de concentração no trabalho, queda no desempenho sexual, mudanças de humor, tristeza profunda e sintomas físicos, como dores de cabeça, podem ocorrer. Quando esses sinais se manifestam, a melhor opção é procurar ajuda profissional.
Psicólogos e psiquiatras são especialistas capacitados para discutir abertamente os problemas dos pacientes. Os psicólogos geralmente tratam das causas subjacentes dos problemas mentais por meio da terapia, enquanto os psiquiatras identificam transtornos específicos e prescrevem medicamentos para o tratamento. Cada caso é único, e esses profissionais podem trabalhar tanto em aspectos diferentes da vida do indivíduo quanto em conjunto.
Se houver dúvidas, não hesite em buscar auxílio e agendar uma consulta com um desses profissionais. Eles indicarão a melhor abordagem para você, ajudando-o a superar os estigmas e preconceitos associados à saúde mental masculina. Cuidar do seu bem-estar emocional é um ato de coragem, fortalecimento e autocompaixão. É hora de priorizar sua saúde mental e emocional, rompendo os tabus e buscando o suporte necessário para uma vida plena e equilibrada.
Fontes:
OMS
Em cada fase da vida do homem, há cuidados específicos que devem ser tomados com a saúde. Cuidar da saúde de maneira integral é essencial para garantir uma boa qualidade de vida. Ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos são ações que precisam ser incentivadas desde a infância até a velhice, pois trazem apenas benefícios. Confira abaixo as principais doenças que merecem atenção em cada faixa etária.
A infância é uma fase crucial para o desenvolvimento e crescimento saudável, e a atenção à saúde é fundamental. Algumas doenças merecem uma maior atenção e prevenção nesse período, e é essencial que os pais ou responsáveis estejam atentos aos sinais e sintomas dessas condições. Vamos explorar algumas dessas doenças e entender por que são importantes de se abordar:
Durante a faixa etária dos 10 aos 18 anos, é crucial prestar atenção e buscar a prevenção de diversas doenças físicas e mentais, especialmente entre o público masculino. Essa fase de transição e desenvolvimento pode apresentar desafios únicos, e abordar essas questões de saúde de forma adequada é essencial para garantir um futuro saudável. Citamos abaixo algumas doenças que merecem maior atenção entre os adolescentes:
Na fase adulta, período que compreende entre 19 e 60 anos, homens estão mais suscetíveis a certas condições de saúde, exigindo uma abordagem proativa para garantir seu bem-estar duradouro. Abaixo, destacamos algumas doenças que merecem atenção nesse período da vida:
À medida que os homens envelhecem e atingem os 60 anos, algumas doenças se tornam ainda mais prevalentes. É essencial reconhecer e entender essas condições para ter uma vida saudável e buscar tratamento adequado em tempo oportuno. Por isso, listamos abaixo algumas das doenças mais comuns nessa faixa etária:
Fontes:
SBU
Sociedade Brasileira de Pediatria
Organização Pan-americana de Saúde (OPAS)
Instituto Nacional do Câncer (INCA)
Ao longo do tratamento, várias dúvidas podem surgir a respeito do que é o câncer de próstata metastático e como ele afeta a trajetória de superação da doença, assim a vida do paciente e de seus familiares. Tire suas dúvidas conosco!
O câncer é considerado metastático quando ele se espalha, do local onde se originou, para outros órgãos. Quando isso acontece, é preciso iniciar outro tratamento no combate ao câncer, que será específico para o tipo de órgão afetado.
Sim. O câncer de próstata pode evoluir, principalmente, para os ossos, além do fígado, linfonodos, os pulmões e a glândula adrenal.
Quando o câncer evolui para metástase, inicia-se um novo ciclo na vida desta paciente. É preciso saber que será iniciado um novo tratamento, com outro processo na luta contra o câncer. As chances de cura contra o câncer metastático dependem de algumas variáveis, como se a descoberta foi precoce, as condições clínicas desse paciente em outros aspectos da saúde, entre outras.
Neste momento, o importante é escolher como será essa nova etapa do tratamento e contar com o apoio do médico que te acompanha, assim como sua família e amigos.
O tratamento para a metástase do câncer vai depender do local para onde ele se estendeu. Depois de ter em mãos essa informação é que o médico, em conjunto com o paciente, vai decidir quais são os próximos passos. De forma geral, para o câncer de próstata metastático, o tratamento mais indicado é a terapia hormonal utilizada com a radioterapia.
Tudo vai depender do período em que esse diagnóstico chegou ao paciente e são suas condições físicas e clínicas. Alguns homens conseguem lidar com o tratamento e seguir com sua rotina normal; outros podem optar pelo afastamento profissional temporário, por exemplo.
Os cuidados paliativos envolvem uma abordagem multidisciplinar com foco na proteção e melhora da qualidade de vida do paciente e de sua família, quando estes se encontram diante de alguma doença que ameace a continuidade da vida. Nesse acompanhamento, são ofertados tratamentos que previnam ou aliviem a dor e o sofrimento, seja físico ou emocional.
A inclusão dos cuidados paliativos no tratamento do paciente metastático com câncer de próstata é feita por meio do tratamento multidisciplinar, que oferece profissionais de diversas áreas para lidar com todos os efeitos colaterais, dores, medos e anseio do paciente oncológico e, também, do seu núcleo familiar.
As principais ações de tratamentos paliativos incluem medidas terapêuticas para controlar os sintomas da doença, além de apoio em áreas psicossociais, nutricionais, exercícios para o corpo e intervenções no período de luto, caso necessário.
Esse dado é muito variável, pois depende do diagnóstico da metástase: quando ela foi feita, como o paciente está clinicamente e qual será a conduta aplicada. Partindo dessas informações, o profissional responsável poderá estimar a sobrevida do paciente e a sua qualidade de vida neste período.
O diagnóstico do câncer de próstata não deve fazer com que o homem negligencie sua vaidade nem os cuidados pessoais. Na verdade, é fundamental se sentir bem e confiante para enfrentar com determinação todas as etapas após o diagnóstico.
Durante o processo de tratamento, é comum que alguns pacientes experimentem efeitos colaterais mais intensos, que podem resultar em alterações na aparência física. Embora os homens geralmente já tenham cabelos curtos, eles também podem sofrer com a queda de cabelo. No entanto, existem opções para contornar essa questão, como perucas masculinas, que permitem variar ou manter os fios.
É importante manter sempre uma aparência cuidada, não negligenciando a vaidade. Isso inclui fazer a barba regularmente, manter as unhas limpas e bem cortadas, e seguir a alimentação correta conforme orientação dada pelo médico.
Em alguns casos, pode haver restrições em relação ao uso de produtos de beleza e cremes, por conta de algumas substâncias presentes nesses itens. Portanto, é crucial conversar com o médico antes de realizar qualquer procedimento ou utilizar esses produtos.
Além dos cuidados físicos, também é essencial cuidar da saúde mental e emocional. O impacto do diagnóstico ou tratamento do câncer pode acarretar transtornos emocionais, como ansiedade e depressão. Nesse sentido, é recomendado buscar apoio psicológico, participar de grupos de suporte ou conversar com amigos e familiares próximos. O autocuidado emocional é tão importante quanto os cuidados físicos.
Manter uma atitude positiva, encontrar atividades que proporcionem prazer e relaxamento, como hobbies ou exercícios físicos leves, são maneiras eficazes e simples de fortalecer a autoestima e promover o bem-estar geral.
Vale lembrar que cada pessoa tem suas próprias necessidades e preferências, dessa forma, é fundamental respeitar os limites e escolhas individuais. O cuidado consigo mesmo deve ser adaptado às circunstâncias e às recomendações médicas.
Portanto, não deixe que o diagnóstico de câncer de próstata abale sua autoestima. A vaidade e o autocuidado podem ser aliados importantes nessa jornada, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e bem-estar durante o tratamento.
Pacientes com câncer de próstata podem desenvolver metástases, principalmente nos ossos, além de fígado, glândula adrenal e pulmão.
A frequência e tipo de sintomas do câncer metastático vai depender muito de onde a metástase está. Em casos de o câncer ter se alocado em alguma região óssea, é mais provável que o paciente sinta dores na região atingida como sintoma principal.
O paciente oncológico, com ou sem metástase, deve mudar alguns hábitos que possam favorecer a sua qualidade de vida, pois a saúde torna-se a prioridade e, por isso, é preciso rever alguns comportamentos.
Não é possível afirmar que todos os pacientes tenham a necessidade de deixar suas atividades relacionadas ao trabalho, ao estudo e ao lazer. O diagnóstico é personalizado, pois além da existência da doença e efeitos do tratamento, é preciso avaliar outras condições clínicas que são fundamentais para determinar qual conduta o paciente deve seguir. Veja alguns fatores que influenciam diretamente a qualidade de vida do paciente metastático com câncer de próstata!
O câncer de próstata, quando se encontra em estágios iniciais, geralmente não causa sintomas. No entanto, os tumores em estágios mais avançados podem, às vezes, se manifestar com alguns sinais, que incluem:
Esses sintomas são provocados pelas alterações que o tumor impõe à próstata ou outros pontos do corpo em que tenha se espalhado.
Após o diagnóstico, no decorrer do tratamento do câncer de próstata, também é possível que o paciente observe algumas mudanças no corpo, devido aos efeitos colaterais do tipo de tratamento escolhido.
Seu médico poderá lhe informar exatamente o que pode acontecer com você durante esse processo. Nem todos os sintomas acontecem com os pacientes, pois eles variam de acordo com a reação de cada organismo a determinado procedimento.
De forma geral, os pacientes do câncer de próstata poderão passar pelos seguintes efeitos colaterais:
Em alguns tratamentos com hormonioterapia, o paciente também pode apresentar alterações no peso. Por isso, sempre é importante a realização do tratamento com uma equipe multidisciplinar, incluindo os cuidados paliativos nessa conduta. Assim, o paciente terá as orientações de nutricionistas, psicólogos e especialistas em atividades físicas e controle da dor, que poderão auxiliá-lo com relação às mudanças provocadas pelo processo de superação da doença.
Durante o tratamento do câncer de próstata, é normal que muitas dúvidas apareçam ao longo dessa trajetória. E é seu direito ter acesso a todas as respostas, informações sobre tratamentos, efeitos colaterais, tempo de cada etapa, entre outros.
E a sua principal fonte de informação é seu médico. Por isso, é preciso que essa relação seja de confiança e muita verdade. O paciente precisa sentir segurança no especialista, para que possa se sentir à vontade para sanar todas as dúvidas. Ao mesmo tempo, o profissional conta com sua honestidade e franqueza para informar sobre o que está enfrentando, sejam sintomas físicos ou emocionais, questionamentos e outras informações.
A dica é aproveitar ao máximo o momento da consulta. Leve todas as suas dúvidas por escrito, para não esquecer nada, e não tenha medo.
Durante o período em que estiver passando pelo tratamento, anote tudo que sente, dúvidas e informações que não ficaram claras para você. No dia da consulta, apresente esse questionário.
Outra dica importante é, sempre que puder, ir à consulta médica com um acompanhante de sua confiança: familiar ou amigo. Essa pessoa poderá ajudar você a lembrar alguma dúvida ou sintoma que você sentiu, além disso, é sempre bom estar em companhia de quem gostamos.
É importante que ao sair do consultório médico, você sinta-se tranquilo e com todas as respostas que buscou.
Cuidado com o Dr. Google! A internet é uma fonte de informação, mas é preciso muito cuidado com as informações veiculadas nas redes sociais e sites não oficiais. Nem tudo que você buscar pode ser um dado seguro ou que se enquadra à sua condição.
Além disso, cada paciente tem um diagnóstico e merece receber um tratamento personalizado. Por isso não adianta basear-se na evolução de um amigo que passa pelo mesmo câncer. O corpo e as reações de cada paciente mudam e é preciso que o médico responsável por cada caso possa esclarecer as dúvidas da melhor maneira possível e com fácil compreensão do paciente.
Também é importante discutir suas preocupações sobre como o câncer afetará sua vida e as coisas que você faz rotineiramente. Nunca deixe de fornecer informações, nem de perguntar. Seja honesto sobre seus hábitos, mesmo que sejam assuntos sobre os quais você prefira não falar. Isso significa que você deve contar tudo ao seu médico, medicamentos, hobbies, dieta alimentar, até mesmo coisas das quais você não se orgulha, como fumar, beber ou usar substâncias ilegais. Essas são questões que interferem diretamente na resposta do seu tratamento, e ele precisa dessas informações para te auxiliar a conseguir o melhor resultado.
Um dos sintomas mais frequentes em paciente oncológicos é sentir dores. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dor está presente em mais de 80% dos pacientes acometidos por algum tipo de câncer. E desde 2004, o alívio da dor é considerado um direito humano.
Entre os principais motivos para que os pacientes ainda sofram com esse sintoma estão a falta de profissionais de saúde com formação adequada no manejo e controle da dor e, também, a indisponibilidade de medicamentos no sistema público de saúde.
Para ajudar os pacientes oncológicos a lidar com esse sintoma, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) lançou, em 2014, o Consenso Nacional de Tratamento da Dor Oncológica. O material possui informações e dicas de tratamentos adequados para amenizar esse sintoma dos pacientes.
Dentre os princípios gerais listados na diretriz, para manejo da dor relacionada ao câncer, o documento destaca que, em todas as consultas, é importante que os médicos perguntem aos seus pacientes se eles estão sentindo dor. Eles devem tentar entender como é a dor, quão forte ela é e que tipo de dor estão sentindo. Se surgir uma nova dor ou se a dor persistir, é preciso fazer uma reavaliação.
Para avaliar a dor, é importante considerar a intensidade, como ela é fisicamente, quando ela piora ou melhora e quais atividades são afetadas. Também é importante saber como a dor afeta o sono e os movimentos.
No caso de pacientes com câncer, o objetivo é proporcionar mais conforto e melhorar a capacidade de realizar atividades diárias. É necessário abordar a dor de forma abrangente, pois geralmente há mais de uma causa e são necessárias várias intervenções. Se houver episódios de dor aguda, é preciso reavaliar rapidamente, ajustar as doses de medicamentos e investigar outras possíveis causas. Às vezes, a hospitalização pode ser necessária para um controle adequado.
A dor persistente relacionada ao câncer requer o uso regular de analgésicos, e os episódios de dor intensa exigem doses extras de medicamentos. Para o controle da dor oncológica, de forma geral, é indicado dar preferência a tratamentos simples e que não precisem de intervenções invasivas.
Geralmente, tomar remédios por via oral, ou seja, pela boca, é melhor do que usar adesivos ou injeções. Se for escolhido um analgésico opioide, é importante tomá-lo regularmente, todos os dias, para que o nível certo do medicamento seja mantido no sangue.
Outra recomendação muito importante é de que, para tratar a dor causada pelo câncer, é importante que os pacientes e suas famílias entendam os remédios prescritos e os objetivos do tratamento. É fundamental seguir o tratamento corretamente e ter uma boa comunicação com a equipe médica.
Além disso, os profissionais de saúde devem esclarecer dúvidas e tabus em relação a vícios e efeitos colaterais dos analgésicos. Eles também devem acompanhar regularmente os pacientes, estar disponíveis para responder perguntas e criar programas de tratamento simples e fáceis de seguir. E além dos remédios, outras opções que não envolvam medicamentos, como acompanhamento psicológico e fisioterapia, também devem ser consideradas.
Os cuidados paliativos aliam a medicação convencional à não convencional e enxergam o homem como um todo, unificando corpo físico, mente e espírito. Eles são caracterizados pela abordagem na melhora da qualidade de vida do paciente e de sua família, oferecendo um tratamento que alivia a dor, o desconforto e todos os outros sintomas de ordem física e emocional.
Depois de um diagnóstico de câncer de próstata, é essencial que a família solidifique ainda mais os laços fraternos, para que o paciente se sinta acolhido em todos os âmbitos.
E essa cumplicidade deve ser uma via de mão dupla. O paciente também deve lembrar que os familiares e amigos mais próximos passam por todas as etapas do câncer junto com ele, e podem não saber ao certo como lidar com essa situação.
A comunicação aberta e sincera é fundamental quando se trata de compartilhar o diagnóstico de câncer de próstata com seu círculo íntimo. Ao receber o diagnóstico, é normal sentir medo, ansiedade e incerteza sobre como contar aos entes queridos. No entanto, é importante lembrar que a família é uma rede de apoio crucial durante o tratamento e pode oferecer conforto e compreensão.
Se você teve a companhia de alguém ao receber o diagnóstico, peça a essa pessoa que o acompanhe no momento de compartilhar essa informação com outros. Isso pode ajudá-lo a ter mais segurança.
Para iniciar a conversa, é recomendado escolher um momento tranquilo e adequado, garantindo que haja tempo suficiente para uma discussão aberta. Reúna-se com seus familiares em um ambiente acolhedor, onde todos possam se sentir à vontade para expressar seus sentimentos e fazer perguntas.
Ao compartilhar o diagnóstico, seja sincero e aberto sobre as etapas do tratamento. Isso permitirá que seus familiares entendam melhor o que você está passando e se preparem para apoiá-lo de maneira eficaz. É importante lembrá-los de que o câncer de próstata não é uma sentença de morte, mas uma condição tratável, e que você precisará de seu apoio ao longo do processo.
Além disso, encoraje seus familiares a participar das consultas médicas. Ter um ente querido presente durante as consultas pode ajudar a esclarecer dúvidas e fornecer um apoio adicional. Isso também permitirá que eles se sintam envolvidos e informados sobre o tratamento.
Além de cuidar de si mesmo e de sua família, você também pode se tornar um exemplo e multiplicador de informações sobre a prevenção do câncer de próstata. Compartilhe as orientações e recomendações com seu círculo social, conscientizando as pessoas sobre a importância dos exames regulares e do diagnóstico precoce.
Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada. Sua rede de apoio, que inclui amigos e familiares, está ao seu lado para oferecer amor, apoio e força. Ao fortalecer os laços fraternos e manter uma comunicação aberta, você encontrará conforto e esperança durante o tratamento do câncer de próstata. Juntos, vocês podem enfrentar essa adversidade e superá-la com união e determinação.
Em 2020, o Instituto Lado a Lado pela Vida, criador do Novembro Azul, em parceria com os criativos Leonardo Telles, Guilherme Serato, Marcelo Marui e Saulo Vinheiro lançou um projeto inovador e provocativo: ‘Lave o Dito Cujo’. O objetivo foi conscientizar os homens brasileiros sobre o câncer de pênis e a importância da higiene correta do órgão genital, pois essa é a forma de prevenir esse tipo de câncer, assim como a imunização contra o vírus HPV. Anualmente, esse câncer leva cerca de 1.600 homens a terem o pênis amputado, parcial ou totalmente.
O projeto consistiu na criação de um calendário no Instagram, no perfil @laveoditocujo, que durante os 365 dias do ano publicou ilustrações de diversos artistas do Brasil e também do exterior, sempre bem-humoradas e inspiradas na temática da higiene íntima.
A limpeza correta do pênis reduz as chances da doença ocorrer. Entre os fatores de risco, está a fimose, que impede a exposição da glande (cabeça do pênis) e o acúmulo de esmegma (secreção branca resultante da descamação celular). A falta de informação e de acesso à saúde, condição frequente em países com grande desigualdade social, fazem com que os homens cheguem ao sistema de saúde com a doença em estado avançado, com poucas chances de cura.
Reduzir significativamente o câncer de pênis no Brasil é uma das metas do Instituto Lado a Lado pela Vida, como parte da campanha Novembro Azul, maior movimento do país em prol da Saúde Integral do Homem.
O câncer de pênis é um tumor raro, com baixa incidência em países desenvolvidos, onde a incidência é inferior a 1 por 100.000 indivíduos. Em países em desenvolvimento como é o caso do Brasil, a taxa é mais elevada. Nosso país é o que possui uma das maiores incidências desse câncer no mundo, sendo que em alguns Estados, como no Maranhão e Piauí a sua incidência é considerável, assim como em indivíduos que vivem nas zonas rurais, pela dificuldade de acesso à informação e ao serviço de saúde.
Um fator relevante no Brasil para o pouco conhecimento da doença é a sub-notificação e/ou o registro equivocado quando o paciente chega ao Sistema de Saúde, principalmente no SUS. Muitos casos são identificados como lesão na pele.
Seguem quatro dicas básicas e muito importantes para ajudar os homens a manterem a limpeza do pênis e a saúde.
A limpeza envolve puxar o prepúcio, a prega de pele que recobre a glande, até que ela apareça totalmente. Passe água e sabonete sobre a superfície da mucosa e na pele suavemente, até sair toda a camada de gordura acumulada. Essa gordura, é dado o nome de esmegma. Ela é uma secreção branca composta de células descamadas da pele e óleos produzidos por glândulas penianas, e precisa ser retirada completamente para que seja afastado o risco de proliferação de bactérias e fungos no local.
Este é um ponto importante: a limpeza adequada do pênis depois do ato sexual, pois ela ajuda a remover resíduos de sêmen e excesso de lubrificante do preservativo. A higiene também serve para retirar o muco da lubrificação natural da mulher junto com resíduo de secreção espermática após a ejaculação, já que ambos são ricos em substâncias que servem como meio de cultura para bactérias e fungos.
O uso de preservativos em qualquer relação sexual é fundamental. Essa atitude previne contra o vírus HIV e as demais doenças sexualmente transmissíveis, como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e sobretudo sífilis, doenças que vem apresentando aumento no número de ocorrências no Brasil, acompanhando uma tendência mundial.
A vacina contra o HPV em meninos de 9 a 14 anos é muito importante para prevenir o câncer de pênis na idade adulta. Oferecida gratuitamente pelo Sistema Unico de Saúde (SUS), é importante ainda para evitar a transmissão do vírus para parceiras ou parceiros. Além do câncer de pênis, o HPV pode causar outros tipos de cânceres que também poderiam ser evitados, como câncer de colo do útero, orofaringe e ânus.
O Instituto Lado a Lado pela Vida publica diversos conteúdos em vídeo dedicados à saúde do homem no nosso canal do YouTube e nas redes.
Tá no ar mais um Lado a Lado na Rua!
Fomos às ruas de São Paulo para saber o quanto as pessoas estão por dentro da saúde do homem.
No mês do Novembro Azul, é importante falarmos não só de câncer de próstata, mas sim da saúde integral do homem.
Aqui, tópicos que atingem a saúde do homem como um todo são abordados, como saúde sexual, outros tipos de câncer
e saúde mental.
Em 2020, o Instituto Lado a Lado pela Vida, criador do Novembro Azul, em parceria com os criativos Leonardo Telles, Guilherme Serato, Marcelo Marui e Saulo Vinheiro lançou um projeto inovador e provocativo: ‘Lave o Dito Cujo’. O objetivo foi conscientizar os homens brasileiros sobre o câncer de pênis e a importância da higiene correta do órgão genital, pois essa é a forma de prevenir esse tipo de câncer, assim como a imunização contra o vírus HPV. Anualmente, esse câncer leva cerca de 1.600 homens a terem o pênis amputado, parcial ou totalmente.
A descrição será apoio para falarmos do quão importante é buscarmos por ajuda o quanto antes.
39 anos
Nunca imaginei que fosse passar por isso, mas vencer a vergonha salvou minha vida. Fazer o exame foi atitude de coragem, não de fraqueza.
39 anos
Nunca imaginei que fosse passar por isso, mas vencer a vergonha salvou minha vida. Fazer o exame foi atitude de coragem, não de fraqueza.
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Nunca imaginei que fosse passar por isso, mas vencer a vergonha salvou minha vida. Fazer o exame foi atitude de coragem, não de fraqueza.
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