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MAGNÉSIO
Micronutriente que participa do metabolismo humano, da manutenção estrutural do material genético no núcleo da célula e também um constituinte dos ossos. Às vezes, pode ocorrer perda excessiva de magnésio devido ao uso de certos medicamentos utilizados no tratamento do câncer, como a cisplatina, o que pode acarretar alterações cardiovasculares, fraqueza, câimbras e tremores. Porém, a baixa quantidade de magnésio no sangue pode ser contornada com suplementação desse micronutriente.
MAGNITUDE
Grau de intensidade.
MARCADORES TUMORAIS
Substâncias normalmente encontradas em pequena quantidade no sangue. Entretanto, na presença de alguns tipos de câncer, pode ocorrer elevação dos níveis sanguíneos destes marcadores tumorais. Assim, a dosagem sanguínea dessas substâncias pode auxiliar no diagnóstico e no acompanhamento de certos tumores. Conheça os principais: CEA (cólon, estômago, mama, pâncreas e pulmão), CA 15-3 (mama e pulmão), CA 19-9 (cólon e pâncreas), PSA (próstata), Beta-HCG (testículo), Alfa-fetoproteína (testículo e fígado).
MAMOGRAFIA
Exame radiológico de imagem que permite detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável, na glândula mamária.
MARGEM CIRÚRGICA
Observação microscópica das bordas do tumor removido por cirurgia que é realizada por um patologista para definir se todas as células tumorais foram completamente retiradas.
MASTECTOMIA
Remoção cirúrgica da mama. Pode ser dos tipos: Radical (retirada total da mama, dos músculos e da pele); Radical Modificada (retirada total da mama e da pele associada, com preservação dos músculos da região peitoral); Adenomastectomia (retirada do tecido mamário, com preservação dos músculos e da pele).
MEDULA ESPINHAL
Uma estrutura comprida, frágil e fusiforme, que começa no final do tronco cerebral e se estende quase até o fim da coluna vertebral. É constituída por nervos que transportam as mensagens de entrada e de saída entre o cérebro e o resto do organismo.
MEDULA ÓSSEA
Tecido existente no interior dos ossos, também conhecido como tutano, responsável pela produção de células sanguíneas (hemácias, leucócitos e plaquetas). Pode ser afetada por algumas infecções, como a tuberculose, e por alguns tipos de câncer, como as leucemias, o mieloma múltiplo e outras neoplasias hematológicas.
MELANOMA
O melanoma é um tipo de câncer de pele que tem origem nas células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele. Pessoas brancas, principalmente loiras e ruivas, têm tendência a desenvolver mais a doença por sofrer mais queimaduras do que as de pele escura. Veja mais sobre a doença.
METÁSTASE
Estágio em que o câncer se espalha pelo organismo, a partir de um tumor originário de outro órgão. As células tumorais do tumor inicial (tumor primário) se desprendem e chegam a outro local do organismo através da circulação linfática ou da corrente sanguínea. Nesse outro local, as células cancerígenas fixam-se e desenvolvem-se, formando a metástase.
MÉTODOS DIALÍTICOS
Hemodiálise, diálise peritoneal, hemoperfusão; métodos que substituem o rim lesado para filtração e eliminação de substâncias tóxicas e eletrólitos, normalmente realizados pelo rim normal.
METABÓLITOS
Subprodutos da quimioterapia.
MESOTELIOMA
Tumor derivado do tecido mesotelial (peritônio, pleura, pericardio). Pode ser benigno ou maligno. A variedade maligna é usualmente o resultado da exposição ao asbesto.
MELENA
Fezes escuras devido à presença de sangue, sinal de hemorragia digestiva alta.
MELANÚRIA
Presença de melanina na urina.
MELANODERMA
Aumento anormal, difuso ou generalizado, da quantidade de melanina na pele, devido ao aumento de produção de melanina pelos melanócitos normalmente presentes ou ao aumento da quantidade dos melanócitos e produção de manchas hiperpigmentadas.
MELANÓCITO
É a célula responsável pela fabricação do pigmento (melanina).
MELANINA
Pigmento escuro que dá coloração à pele e ao cabelo e também está presente na coroide do globo ocular.
MIOPATIA
Qualquer doença nos músculos.
MIELOTÓXICOS
Que é prejudicial para a medula óssea.
MICROCALCIFICAÇÕES
São pequenos cristais de cálcio que se depositam em várias partes do corpo. É muito comum após certa idade as mulheres apresentem, quando vão fazer o exame de mamografia, microcalcificações na mama. Elas aparecem naturalmente, são fisiológicas e não podem ser evitadas.
MICOTOXINAS
Compostos tóxicos produzidos na comida como resultado da contaminação por fungos.
MIELODISPLASIA (SÍNDROME MIELODISPLÁSICA)
A síndrome mielodisplásica, também chamada de mielodisplasia ou SMD, é um grupo de distúrbios do sangue caracterizado pela incapacidade das células tronco da medula óssea de se desenvolverem em células sanguíneas maduras e funcionais. Uma das doenças hematológicas mais comuns em pacientes com mais de 70 anos. A anemia é o sinal mais marcante da SMD, presente em mais de 90% dos pacientes.
MIELOMA MÚLTIPLO
É a mais comum entre as neoplasias malignas de células sanguíneas. Acomete principalmente pacientes idosos. A doença é caracterizada pela proliferação de plasmócitos na medula óssea. No mieloma múltiplo, a presença de células tumorais pode resultar na secreção aumentada de imunoglobulinas anormais, resultando em aumento do risco de infecções. Além disso, o excesso de proteínas pode sobrecarregar a filtração do sangue pelos rins, levando à insuficiência renal.
MORBIDADE
Número de casos de uma doença em grupo populacional.
MOLÉCULA
A menor partícula em que um elemento ou composto pode ser dividido sem mudar suas propriedades químicas e físicas. Um grupo de átomos unidos quimicamente.
MUCOSITE
Inflamação das mucosas, que ocorre com maior frequência nos órgão do sistema digestivo, incluindo a lábio, língua, bochecha, gengiva, faringe, esôfago, reto e canal anal. É um evento adverso que pode resultar do uso de quimioterapia ou radioterapia. A mucosite pode ser amenizada com procedimentos médicos e alimentação adequada, podendo também ser indicada a prevenção da infecção por fungos. Em geral, esse efeito colateral melhora significativamente ao longo de algumas semanas após o término do tratamento.
MUTAÇÃO
Corresponde à alteração de um gene, podendo afetar seu funcionamento normal. A mudança de aminoácido na proteína poderá determinar alterações funcionais na proteína (maior ou menor atividade metabólica ou mesmo a perda da função).
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